Decoração Lúdica – quartos de bebês

Este post é especial pela proximidade do dia das Mães! Você vai se encantar com as possibilidades de um universo imaginário e colorido traduzidos na decoração.

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Quarto de bebê é sempre encantador! A decoração clássica como vimos no post anterior (veja aqui) é  recorrente, no entanto, eu acho uma verdadeira viagem os quartinhos lúdicos, muito utilizados lá fora!

A decoração lúdica pode ser um recurso interessante para materializar nos ambientes aquilo que parece ser apenas fruto da imaginação dos pequenos, criando diversas sensações e promovendo a identificação dos ambientes. Além disso, o quarto do bebê passa a ter uma vida útil maior, porque possibilita a utilização até alguns anos de idade, principalmente quando falamos em berços que viram camas!

Se você quer fazer um quarto de bebê assim, invista em elementos vintage, berços na madeira natural ou laqueados mas com linhas simples; roupa de cama com estampas retrô; animais e bichinhos na sua forma simples e pura, e nada de Galinha Pintadinha, Pepa e outros! Banderolas coloridas, tons pastéis ou candy colors, são um verdadeiro charme que foge ao branco com bege.

Os papeis de parede podem e devem ser utilizados! Minha dica são os alemães da Papel de Parede dos Anos 70!

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Aqui no Brasil sou encantada com o design da Ameise Design, que trabalha com design retrô e imprime essa decoração lúdica em seus objetos decorativos e roupa de cama!

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Aposto que você mudou de idéia a respeito de quartinhos de bebês!!

 

Fonte: Pinterest, Ameise Design 

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Decoração Toile du Jouy

Já faz algum tempo que me apaixonei pelo Toile du Jouyde tal forma que resolvi colocar no quarto do meu filho! Mas muita gente não sabe o que esse nome francês significa, ou como identificar uma estampa Toile du Jouy! Pensando nisso resolvi esclarecer essas dúvidas, e tenho certeza que você também irá se apaixonar!

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De origem francesa, a ilustração criada no século 18 consiste num tecido de fundo branco ou off-white estampado em diversas cores com desenhos que retratam cenas da charmosa e pacata vida no campo.O padrão consiste em uma única cor, na maioria das vezes preto, vermelho escuro ou azul. Verdes, marrons, e os padrões de magenta toile são menos comuns, mas não inédito. 

Apesar de ser francesa, a estampa foi desenvolvida pelo alemão Christophe-Philippe Oberkampf (1738-1815) em 1760. Ele as produzia numa fábrica em Jouy-en-Josas, um vilarejo situado a sudoeste de Paris, próximo a Versalhes. Toile quer dizer tela, daí vem o nome “tela de Jouy”Toile du Jouy. Por volta de 1843, caiu no gosto da rainha Maria Antonieta que a escolheu para revestir as paredes do palácio.

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O Toile du Jouy é mais associado a tecidos (cortinas e estofados em particular, especialmente de chita), embora wallpaper toile também seja popular. Pode ser usado também em bules, fundamentos, roupas, etc. 

Venha ver essa charmosa estampa que combina muito com a decoração clássica e principalmente com quartinhos de bebês!

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Um verdadeiro clássico!

 

Fonte: imagens aletórias da internet; zsazsabellagio

Decor apartamento Lala Rudge

A blogueira-fenômeno Lala Rudge abriu as portas do seu apartamento recentemente para a Casa Vogue, e como adoramos bom gosto e dar aquela “espiadinha” na casa de famosos, aqui você pode conferir as fotos do Living, se ainda não fez isso em seu blog!

A  arquiteta Christina Hamoui foi a responsável pela reforma e decoração do apartamento que fica no Itaim em São Paulo, e que pertencia à seu irmão anteriormente. O apartamento tem 200m2 mas recebeu intervenção apenas no lavabo, living, hall de entrada, sala de jantar e varanda.

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apartamento_lala_rudge_15A combinação de estilos foi uma exigência do casal: Luigi, marido de Lala, se descreve mais moderno, e Lala, mais clássica. O resultado foi uma decoração descolada, com elementos clássicos, imprimindo o glamour da blogueira e empresária de moda.

Para atender ao pedido da proprietária, o branco das paredes foi substituído por cinza chumbo, as colunas que ocupavam o living foram retiradas para gerar mais espaço e detalhes de marcenaria das paredes também saíram de cena. Os armários da área social perderam as maçanetas e agora abrem simplesmente com o toque. O bar, que ganhou um louceiro embutido para guardar os vários aparelhos de jantar da residência, foi revestido de madeira, assim como o home theater.

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Elementos como Livros de moda, castiçais, obras de arte, fotografias assinadas, adornos em cristal, prata e murano, complementam a decoração com sofisticação.

Um projeto ousado e bem personalizado, que foge do bege com branco quando o briefing é “clássico”. Pra Lá-lá de luxuoso!

Fotos: blog lalarudge.com

Arte de Gustavo Rosa

“O mundo ficou menos colorido”, assim se despediram vários apreciadores da arte de Gustavo Rosa no mês passado. O artista faleceu vítima de câncer de pâncreas, aos 66 anos, e vai deixar saudades do seu humor colorido nas telas de arte.

Nascido em São Paulo em 20 de dezembro de 1946, o pintor, desenhista e gravador apresentou seu trabalho em vários países. Em 2009, ele participou de uma exposição coletiva no Museu do Louvre, em Paris. Gustavo Rosa também pintou quadros que faziam parte do cenário do programa “Sai de baixo”, da TV Globo.

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Gustavo Rosa

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A identidade visual de Rosa pode ser facilmente identificada da simplificação formal e figuras de gordinhos simpáticos – ou, ainda, animais geometrizados. Personagens presentes na obra de Rosa são gatos, passarinhos, cães, e os banhistas, sem dúvida a série mais famosa dele.

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Disse uma vez no programa Altas Horas: “Eu era muito tímido e me expressava no desenho. Chamavam constantemente a minha mãe no colégio. ‘O menino só fica desenhando, fazendo caricaturas dos professores’. Eu não tinha facilidade verbal, foi sempre o desenho. E depois mais tarde encontrei as tintas, o pincel. Não parei mais, nunca fiz  outra coisa”.

Muitas vezes comparado a Romero Britto por causa do uso das cores e a geometrização dos desenhos, Gustavo Rosa era único, e registrou com grande personalidade eventos e personagens comuns do cotidiano. Fica aqui nossa homenagem!

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Lar doce Lar de Fernanda Lima

Fernanda Lima, geralmente discreta na vida pessoal e apresentadora de um dos programas mais quentes da Globo, abre seu apartamento no Leblon, Rio de Janeiro, para a Revista Wish Casa. O estilo cool e fresh da atriz se transpõe para a decoração do apartamento. Confira!

mg_1382_mauNa entrevista a atriz conta da sua primeira mudança, de Porto Alegre para São Paulo para a casa dos seus tios, quando começou a trabalhar. “Inicialmente, não foi tão difícil, pois, quando saí de Porto Alegre, fui morar com meus tios em São Paulo. Era um apartamento confortável, cheiroso, com comida sempre pronta e bastante afeto. Mesmo assim, o que eu queria era ter meu cantinho. Comecei a dividir endereços com amigas até poder bancar um apartamento só para mim. Trabalhei sem parar para tanto e, aos 20 e poucos anos, comprei meu primeiro imóvel. Era do tamanho de um ovo, mas fui muito feliz ali. Sou caseira e pouco festeira, por isso desde cedo eu só tinha dois objetivos: viajar e comprar uma casa onde eu pudesse ser feliz.

mg_1498O apartamento no Leblon também representa uma grande mudança de vida e rotina para a atriz, que morava numa casa que mais parecia um sítio para um local super urbano. A atriz conta que no início a adaptação dos gêmeos João e Francisco foi um pouco difícil, mas que hoje consegue fazer quase tudo à pé ou de bicicleta, conseguindo ter uma rotina muito mais produtiva.

Interessante é sua reflexão sobre a urbe e os condomínios fechados e as crianças: “Queria experimentar a rotina carioca de bairro, em que você caminha até a padaria, passa na farmácia, para na lanchonete e vai ao cinema. Também queria que meus filhos conhecessem a realidade urbana, pois, até então, achavam que a vida se limitava a um condomínio de ruas calmas.”

mg_1345Na decoração clean o designer predominante é Sérgio Rodrigues. Peças da Linha Mole, mesa de centro Sérgio Rodrigues e obras de arte, tudo em um espaço extremamente prático e estiloso.

mg_1329 mg_1309 mg_1295A atriz queria que a vista do Rio de Janeiro fosse contemplada pela grande janela, tudo projetado pela sua arquiteta e amiga Mariana Kraemer, que chegou a dividir apartamento com ela no início da carreira.“Fernanda queria ambientes já pensados para poder fazer ioga diariamente, para as crianças correrem, curtirem a vista, transferindo a praia para dentro como uma extensão”.

Na foto abaixo, os tapetes de ioga da atriz e o skate do marido, Rodrigo Hilbert.

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Urbano, cool, estiloso… Fernanda Lima arrasa até em casa!

Fotos: Divulgação / Ruy Teixeira

Fast Home – Casa construída em 5 dias no litoral paulista

A onda de calor continua em pleno inverno brasileiro, e nada mais inspirador do que uma casa no litoral para combinar com o céu azul! Essa casa de 126 m2 fica na Barra do Sahy, em São Sebastião (litoral paulista) e foi construída em apenas 5 dias! A rapidez da execução encanta ainda mais pelo charme e precisão do conjunto da obra.

Casa na Barra do Sahy

Casa na Barra do Sahy

A estrutura da casa é toda de madeira jatobá, que alia-se a outros materiais de simples instalação, como concreto, pedra e alumínio, numa junção despojada para o clima litorâneo. As telhas são termoacústicas, de alumínio e para conter a absorção de umidade, a estrutura foi erguida sobre uma plataforma suspensa de concreto, revestida com pedra São Tomé. Os caixilhos predominam como recurso de fechamento da casa, com placas de vidro que ganham cor com as cortinas cerradas.

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Telhas termoacústicas, de alumínio.

Telhas termoacústicas, de alumínio.

Estrutura de Madeira compõe a casa.

Estrutura de Madeira compõe a casa.

Para conter a umidade, a estrutura foi erguida sobre uma base de pedra de São Tomé.

Para conter a umidade, a estrutura foi erguida sobre uma base de pedra de São Tomé.

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Os caixilhos e as grandes aberturas auxiliam na ventilação.

Os caixilhos e as grandes aberturas auxiliam na ventilação.

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Detalhe dos beirais largos que protegem as áreas internas de sol e chuva.

Detalhe dos beirais largos que protegem as áreas internas de sol e chuva.

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No interior da casa o branco predomina, mas é quebrado pelas cortinas coloridas que também dão um colorido à fachada da casa.

No interior da casa o branco predomina, mas é quebrado pelas cortinas coloridas que também dão um colorido à fachada da casa.

O projeto é do escritório Nitsche Arquitetura. 

Fotos: Nelson Kon/Divulgação

 

 

 

A casa de Gisele Bundchen

Não basta ser rica, linda e boa mãe (…)” li alguma vez na rede social Instagram! E eu acrescentaria: “e ainda tem que ter uma linda mansão ecologicamente correta!” A uber model Gisele Bundchen e seu marido, o quarterback Tom Brady, abrem sua mansão em Los Angeles para a revista Architectural Digest, edição do mês de outubro. Um ambiente acolhedor, com jeitão campestre, um verdadeiro refúgio e paraíso longe dos holofotes.

capaNa reportagem fica evidente o jeito simples e ‘normal’ que o casal leva a vida e os cuidados da casa: “Eu gosto de simplicidade e aconchego”, diz a renomada beleza brasileira. “Eu quero viver em um lugar que se sente como uma verdadeira casa, onde você pode colocar os pés em cima do sofá e apenas relaxar.” Brady diz em seguida: “Gisele e eu temos oito irmãs entre nós, e há muitas crianças. Nós construímos esta casa como um santuário para a nossa família, um lugar onde podemos desfrutar de estar juntos “.

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O arquiteto responsável pelo projeto é Richard Landry e colaboradores, e o designer de interiores Joan Behnke. O briefing era uma “casa confortável, e não uma declaração de estilo”. Parece engraçado ler isso quando falamos da top model número 1 do mundo que desfila grandes grifes quase inatingíveis!

Para Bündchen e Brady viver bem também significa viver de forma responsável. Bündchen é embaixadora global para o Programa das Nações Unidas para o Ambiente, e  o casal tem plena consciência das questões relacionadas à conservação dos recursos naturais. Um de seus principais requisitos ao construir sua casa foi usar tantos componentes reciclados possíveis e implementar sistemas de água e energia que melhorassem o impacto da família na terra. Além da compostagem, tecnologia cinza de água para irrigação, e materiais de construção ecológicos, o casal instalou dois conjuntos de painéis solares foto-voltaicos (um ao lado do jardim, o outro sobre o telhado da casa), que atende toda demanda de energia elétrica que a propriedade precisa.

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E por isso estou me aderindo ao projeto “quero ser Gisele”!

Imagens: Architectural Digest

Arquitetura e Moda em sintonia – estampas de azulejos portugueses

Para quem acompanha a moda ou mesmo algumas blogueiras, revistas e sites de moda, já deve ter notado a nova tendência das estampas de azulejos portugueses. A tendência também aparece em alguns revestimentos cerâmicos que são puro charme!

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Mas não é a primeira vez que vemos neste blog algo sobre estampas em revestimentos e motivos portugueses! Já comentamos sobre a arte de Adriana Varejão aqui, sobre seu trabalho com azulejos e releituras dos azulejos portugueses.

Também mostramos o universo de estampas e desenhos dos ladrilhos hidráulicos (veja de novo aqui) e um post especial de novas tendências de revestimentos da feira Revestir, onde algumas empresas já haviam apresentado lançamentos com inspirações nas cerâmicas portuguesas.

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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada em que uma das faces é vidrada, ou seja, esmaltada, impermeável e brilhante.

O azulejo tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, mas em Portugal foi um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de séculos, onde passa a ter um valor que transcende para algo maior do que um simples elemento decorativo.

Então confira algumas inspirações para utilizar a tendência na sua casa:

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Atualmente, a procura por esses azulejos aumentou pelo forte apelo decorativo e por suas características impermeabilizantes, sendo muito utilizado em cozinhas, banheiros e demais áreas molhadas.

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Vale lembrar que os azulejos portugueses sofreram várias influências ao longo dos séculos, devido às invasões de povos e a evolução artística de cada período, por isso podemos assimilar algumas estampas aos desenhos islâmicos, mouros, ibéricos, não representando uma exclusividade portuguesa.

Dessa forma, a utilização Azul e Branca só começa quando a Europa no século XVII importa dos Países Baixos padrões em azul e branco influenciados pela cerâmica chinesa, chegando via caminhos marítimos, agradando bastante primeiramente aos holandeses e portugueses.

Se observarmos o padrão seguido hoje em revestimentos cerâmicos e estampas de roupas, os motivos são mais geométricos e/ou vegetalista, com desenhos florais, frutíferos, de plantas, sempre no contraste entre claro e escuro para destacar as volumetrias dos desenhos.

Tá na moda!

Imagens: tiradas aleatoriamente do Google

Elementos Vazados

Semana passada vimos sobre Cobogós, e hoje venho trazer fotos pelo mundo afora de elementos vazados.

Estes elementos arquitetônicos além de servirem para passagem de luz, amenizando a incidência direta do sol, também tem forte apelo estético em composições arquitetônicas. São um artifício eficiente para amenizar e melhorar o conforto térmico interno.

São muitas as opções de estilos de sombreamento. O mais conhecido é o brise-soleil, mas há também as projeções de telhado (beira), marquises, elementos vazados, filmes refletores e outras soluções. Esses elementos podem estar vinculados à estrutura principal do edifício ou à caixilharia, o que determina o momento da sua instalação, em geral no fim da obra (Fonte: http://www.portobello.com.br/blog).

Menara em Marraquexe, Marrocos por E2A ArquiteturaFonte: http://pinterest.com/pin/23010648066578783/

Council House – Perth, AustraliaFonte: http://pinterest.com/pin/149604018842276458/

Bloom by Keiichi KanekoFonte: http://pinterest.com/pin/23010648066578847/

 

Citroen showroom by LentexFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613402/

Centro Pompidou Metz, FrançaFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068188214/

Spiral ball sculpture – TorontoFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613410/

Metropol Parasol | Jürgen Mayer-HermannFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613427/

Bicentenário Civic Center / Lucio Morini + GGMPU ArquitetosFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613432/

Museu Soumaya, Cidade do MéxicoFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068188209/

Nantong Urban Planning Museum | Yangtze River | HENNFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613433/

Fonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613433/

Agora e El Puente de l’Assut de l’Ou Ponte, Valência, EspanhaFonte: http://pinterest.com/pin/23010648068613429/

O restaurante japonês Tori Tori fica na Cidade do México. A fachada é composta de duas camadas de chapas de aço que parecem sair do chão formando um painel vazado iluminado:Fonte: http://assimeugosto.com/tag/painel-vazado/

A fachada deste centro cultural tem um painel de aço cortem com desenhos circulares que fica afastado do corpo do prédio. Na loja Volume B a fachada é de ferro em várias camadas formando um painel quadriculado.Fonte: http://assimeugosto.com/tag/painel-vazado/

Imagens: Pinterest

E o Cobogó, afinal?

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Semana passada postei sobre uma casa intitulada de Casa Cobogó de Marcio Kogan, e hoje trago mais informações sobre esse elemento que está de volta numa releitura bastante charmosa.

Para quem não é da área de arquitetura, ou não trabalha no ramo da construção civil, este é um nome bastante estranho, porém mais comum do que se imagina na nossa arquitetura, e 100% brasileiro.

COBOGÓ é simplesmente o nome pelo qual o elemento vazado foi batizado. E para aprofundar na história, seu nome deriva das inicias dos três engenheiros que trabalhavam no Recife e conjuntamente o idealizaram (Coimbra, Boeckmann e is) tendo sido patenteado em 1929 . Inicialmente feito de cimento, o cobogó depois passou a ser produzido em outros materiais como vidro, cerâmica, argila, etc.

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Cobogó na fachada do edifício na década de 60.

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Usado para conferir privacidade ainda que garantindo a passagem de luz e permitir a ventilação evitando grandes ventos, o Cobogó é bastante utilizado para a divisão de ambientes formando um jogo de luz e sombra com efeito muito bonito. Excelente para ampliar os espaços e, simultaneamente, esconder alguns ambientes quando não se quer deixá-los totalmente a mostra, os cobogós também são uma opção de divisória. Elemento bastante presente em obras de Lucio Costa, Niemeyer e outros grandes arquitetos da metade do século passado, está de volta, totalmente repaginado!

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Fachada da Lanchonete da Cidade, inspirada nos anos 50.

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O Cobogó pode ser facilmente encontrado na Elemento V, uma loja incrível de produtos inovadores, em diferentes modulações e cores. Outra loja interessante é a Cerâmica Martins, com grande variedade de elementos vazados.

Seja na cozinha, na sala, na varanda, na fachada comercial, como fez a Lanchonete da Cidade – o Cobogó é brasilidade pura! Usado principalmente para substituir paredes internas, marcar divisões de ambientes, para ventilação natural e passagem de luz, deve ser levado em conta a sua fragilidade em relação à alvenaria, por isso o uso da argamassa adequada e o bom assentamento fazem toda a diferença.

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E o Cobogó afinal? Bom, agora quero Cobogó na minha casa!